Marketing Digital

Conteúdo: a grande força do Marketing Digital

Conteúdo: a grande força do Marketing Digital

Evangelizar na internet é um desejo presente na maioria das paróquias, organismos e movimentos da Igreja. Porém, é preciso conhecer ferramentas objetivas que atendam as demandas da evangelização. Enquanto comunicadores, devemos utilizar dessas estratégias para alcançar o coração daqueles que precisam encontrar a Deus e que hoje relacionam-se constantemente através do ambiente digital.

Portanto, é preciso que o conteúdo criado para alimentar os canais digitais eclesiais sejam pensados de forma estratégica, em vista de objetivos claros. Isso significa fornecer materiais e informações que possam ajudar ao fiel diante de suas necessidades. Dessa maneira, vamos fazendo com que os trabalhos de evangelização da nossa Igreja sejam também uma referência no ambiente digital.

Mas como aplicar o marketing digital na evangelização?

O Marketing digital é hoje uma das ferramentas mais utilizadas quando se trata de posicionar uma instituição no ambiente online. Em se tratando de ser um universo a desbravar, a evangelização vem engatinhando em meio a iniciativas que por mais válidas que sejam podem ser potencializadas.

A construção e consolidação da mensagem através de vários formatos, como vídeos, fotos, infográficos, textos, tweets, e-books, e-mails, aplicativos, pesquisas, slides etc, são meios de aplicação do marketing digital e podem ser utilizadas na comunicação eclesial. Contudo, o segredo é descobrir o tipo de conteúdo que funciona para cada público.

Um exemplo são as ferramentas disponibilizadas na maioria dos sites católicos que oferecem acesso a liturgia diária. O fiel hoje não precisa de um livro pago, mas pode encontrar gratuitamente essa informação na rede. Além disso, é possível monitorar e relacionar-se com agentes de pastoral e todo povo de Deus pelas redes sociais e canais de relacionamento de portais e sites. Assim como, disponibilizar informações práticas da agenda paroquial, eventos da paróquia e catálogo diocesano ou paroquial para download, ao invés de impressão.

Em um futuro próximo, essa vai ser a única forma de atingir um público acostumado a gerenciar o próprio conteúdo, a escolher o que lê e principalmente, com milhares de opções e o poder de decisão totalmente em suas mãos.

O modelo de marketing centrado no conteúdo

A partir da definição de uma estratégia de conteúdo são planejadas todas as iniciativas de Marketing Digital que serão utilizadas. Em resumo, é um modelo de marketing que humaniza as ferramentas colocando o cliente no centro das atenções, como sempre deveria ser. Entenda melhor algumas das ferramentas utilizadas:

SEO  – Search Engine Optimization

Essa sigla em inglês, de pronúncia difícil, refere-se a otimização de sites para motores de busca ou  mecanismos de pesquisa. Aqui é o conjunto de estratégias com o objetivo de potencializar e melhorar o posicionamento de um site nas páginas de resultados naturais (orgânicos) nos sites de busca.

Um exemplo: um fiel quer se tornar dizimista da paróquia mas, por algum motivo, não quer esperar até domingo no plantão do dízimo. Então, ele pesquisa na internet: “como ser dizimista na Paróquia X’.’ A partir de um conteúdo elaborado e previamente planejado de um blog post – com o uso de ferramentas como palavra-chave, hiperlinks, intertítulos planejados – posso otimizar essa busca e ranquear meu site com essa informação entre os primeiros classificados, facilitando o encontro entre o fiel e a paróquia.

Rede social

Uma das fundamentais características na definição das redes é a sua abertura ao relacionamento. Podemos dizer que quase todo mundo se encontra na Rede social.

As redes sociais online podem operar em diferentes níveis, como, por exemplo, redes de relacionamentos (Facebook, Twitter, Instagram, Google+, MySpace, Badoo), redes profissionais (Linkedin), redes comunitárias (redes sociais em bairros ou cidades), e tem como objetivo possibilitar que o seguidor saiba como as organizações desenvolvem a sua atividade, ou como as pessoas alcançam os seus objetivos, ou simplesmente vivem sua vida. Um ponto em comum entre os diversos tipos de rede social é o compartilhamento de informações, conhecimentos, interesses e esforços em busca de objetivos comuns.

Porém, quando se trata de paróquias e movimentos, vemos muitas redes sociais sendo utilizadas como meio de informação somente. É preciso lembrar do seu princípio básico e primário: RELACIONAMENTO. É preciso desenvolver conteúdo relevante, evangelizador e que proporcione relação, diálogo com seu público.

A elaboração desse conteúdo passa por diversos processos desde o planejamento, a estruturação, a estratégia, a produção, a revisão e aprovação até que alcance seu público e gere não só conhecimento, mas difusão de informações. Desse modo, a comunicação dentro da igreja pode alcançar novos níveis, se utilizada dentro de cada uma das realidades e particularidades diocesanas/paroquiais.

Quer saber mais sobre como comunicar e utilizar ferramentas como os aplicativos na comunicação da igreja? Clique aqui.

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