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Por que é importante sua paróquia ter uma Pascom atuante

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Você já ouviu o seguinte raciocínio sobre a comunicação católica? 

A comunicação na Igreja acontece com ou sem organização da Pascom. Mesmo que a pastoral não esteja à frente das iniciativas de conteúdos e ações, algum leigo sempre acaba postando fotos dos encontros, compartilhando vídeos ou enviando recados para seus contatos. 

Apesar de eventualmente encontrarmos esse raciocínio, ele traz uma abordagem aconselhável? Nós acreditamos que esse não é o melhor caminho para uma comunicação católica estratégica e de alto valor. Consegue adivinhar por quê? 

Se você ficou em dúvidas nesse questionamento, nós vamos colocar nossos motivos na mesa. Acompanhe!

3 ingredientes-chave para uma Pascom de sucesso

Sim, a comunicação é algo que ocorre naturalmente entre as pessoas que estão envolvidas com a Igreja. Porém, a grande diferença entre uma comunicação feita espontaneamente pelos fiéis para o que é produzido por uma Pascom preparada é que a primeira terá resultados frágeis, dispersos e inconstantes, e na segunda os resultados tendem a ser mais sólidos no médio prazo. 

Isso acontece porque planejamento, ferramentas e esforço podem conquistar os objetivos e prioridades que sua instituição definiu, diferente do que aconteceria sem a gestão e acompanhamento feito pela Pascom.

Além disso, a Pastoral da Comunicação que atua conforme estes princípios traz múltiplos benefícios: ela é capaz de evitar o desengajamento dos fiéis com as atividades da Igreja como um todo, consegue agir proativamente para reaquecer as ligações entre o fiel, sua fé e a instituição e também é agente importante no alcance e atração de novos membros para a Evangelização.

É frequente vermos que as instituições que ainda não criaram uma Pascom (ou com Pascons desarticuladas) sentem no médio prazo um aumento na dificuldade em fazer com que sua comunidade receba mensagens importantes de forma ágil, percebem uma diminuição da arrecadação do dízimo e têm desafios para atrair novos fiéis.

Sabemos que é comum uma Pascom entender as mudanças no perfil dos fiéis e a evolução das ferramentas digitais mas não saber como trazer esta realidade para suas ações cotidianas. Isso se deve à falta de contato com conceitos e mentalidades que podemos também chamar de habilidades do futuro, e que compõe um perfil desejável em um time de Pascom. Você tem ideia de quais são essas habilidades?

Se perguntar sobre isso é o primeiro passo para anteciparmos a mentalidade que trará grandes frutos para a comunicação católica, e é importante avançarmos neste pensamento. 

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Qual será o perfil da Pascom em um mundo cheio de mudanças

É sempre difícil prever o que o futuro nos reserva em diversos aspectos, principalmente em relação à ferramentas, porque elas passam por transformações em um ritmo que não conhecíamos até agora. Nesse universo de tecnologias, a única certeza que podemos ter é a de que as coisas não permanecerão no mesmo lugar e do mesmo modo. 

Mesmo assim, vemos algumas tendências que dão uma ideia dos perfis e comportamentos que devem ter maior facilidade em navegar entre tantas possibilidades e transformações. Pensar nesses perfis nos ajuda na preparação para o futuro e para os saltos de crescimento que precisaremos dar.

Equipes mais proativas

Entendemos que a partir do momento em que as Pastorais da Comunicação aumentam seu aperfeiçoamento com ferramentas e estratégias, elas passarão a ter um perfil mais ativo, deixando de atuar apenas quando são solicitadas. 

Isso pede maior controle sobre o planejamento de atividades que os comunicadores devem executar, aumentando também a necessidade de um controle de produtividade que otimize o tempo dedicado à Pastoral.

Integração de trabalhos entre as pastorais

Já argumentamos sobre as mudanças que a produção de conteúdo vem passando, em que a relevância é a chave para a construção de engajamento. Um dos caminhos que traçamos para esta entrega de valor através do conteúdo se dá através da colaboração da Pascom com outras Pastorais que possuem histórias, contatos e conteúdos com grande apelo para a evangelização.

Uma Pastoral da Comunicação que não esteja integrada às demais para poder extrair boas histórias se parecerá com uma ilha. Atuando sozinha, ficará sobrecarregada com o volume de trabalho e porque toda a construção da comunicação depende somente dela.

Dessa forma, podemos dizer que um papel importante da Pascom do futuro é ensinar as pessoas a serem elas também comunicadoras de suas histórias, pois isso se conecta com as narrativas que alimentam a fé. As histórias estão com as pessoas, o conhecimento de como trabalhá-las está com a Pascom. Cabe a ela distribuir este aprendizado e gerar novos parceiros da palavra de Cristo.

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Foco em aprendizados constantes

Com todas as mudanças que assistimos, a capacidade de aprender sempre é cada vez mais essencial para os agentes de Pascom. Para auxiliar neste processo quase todas ferramentas e mídias que utilizamos nos oferecem grande quantidade de informações e dados relativos aos resultados alcançados. 

A Pascom de agora, e cada vez mais no futuro, não poderá ignorar esses dados em suas escolhas e possibilidades de aprendizado. Eles potencializam nossa capacidade de aprender como entregar mensagens e conteúdos que façam sentido para as pessoas, além de nos ajudar a ver se estamos comunicando do jeito certo e pelo caminho certo. 

Versatilidade no uso de ferramentas

Entender as diferentes ferramentas digitais e seus potenciais, sabendo onde cada uma se aplica na evangelização é outro aspecto chave para a Pascom do futuro. Se hoje as potencialidades já são muitas, o futuro promete ainda melhores e mais poderosos recursos que precisamos utilizar na construção da comunicação.

Dessa forma, importa manter a mente aberta para conhecer ferramentas e aplicações para entendermos o que faz sentido para nossas instituições, e qual é o momento ideal de abraçar isso.

Reunindo perfis para sermos uma Pascom mais forte

Pensar sobre estes perfis de Pastoral faz com que estejamos mais preparados para trabalhar seguindo os ingredientes de uma comunicação efetiva (planejamento, ferramentas e esforço). Estas mudanças podem trazer alguns desafios, que toda mudança traz, e mas seu maior benefício é nos tornarmos comunicadores mais provocados em desenvolver um trabalho de qualidade e cumprir acima da média a tarefa que Jesus nos propôs.

Você já observa em sua Pascom os comportamentos da pastoral do futuro? Comente em nosso Facebook ou Instagram!

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